“O futuro da advocacia não reside mais em preparar o profissional para litigar, pois o futuro do Direito está na composição. A mediação, a conciliação e a arbitragem abrem novos campos de trabalho para a advocacia”, disse ontem, ao abrir o Congresso Estadual do Jovem Advogado da OAB-SP, o presidente da Seccional Paulista da OAB, Luiz Flávio Borges D´Urso.
Ao abrir o evento, D´Urso, afirmou ainda, que o foco deve estar no diálogo e no entendimento entre as partes.
Ele acredita que a conciliação, a mediação e a arbitragem podem ajudar a resolver o problema da morosidade do Judiciário.
Revista Consultor Jurídico, 31 de março de 2009
MERCO CÂMARA não tem competência para homologar rescisão de contrato
Leia na íntegra : http://www.seaacdograndeabc.org.br/jornal_mes.pdf
Queremos ressaltar que a CABAM tem uma forma distinta de trabalho se comparado com a maior parte das câmaras. A CABAM não faz homologações trabalhistas, pois entende que a inocorrência de conflito e a simples homologação de rescisão contratual deve ser promovida, conforme o artigo 477 da CLT, no Ministério do Trabalho ou nos sindicatos profissionais. Os trabalhos realizados pela CABAM se referem a procedimentos arbitrais que poderão resultar em uma sentença homologatória, caso venha a ocorrer uma conciliação no transcorrer do procedimento.
Ao tomar posse como novo presidente do TST (Tribunal Superior do Trabalho) na próxima segunda-feira (2/3), o ministro Milton de Moura França, 67, comandará a Justiça do Trabalho diante do que classificou como o período mais crítico das relações trabalhistas no país desde a estabilização econômica dos anos 1990.
A Justiça, além de lenta e cara, se deixa influenciar pela imprensa, empresários e políticos e beneficia alguns setores. Esta é a imagem do Judiciário desenhada por 1,2 mil brasileiros entrevistados pela FGV de 9 a 11 de fevereiro. Apesar dessas características, 80% ainda acham que vale a pena procurar o Judiciário e 67% confiam nos juízes.
Ministro sugeriu que mudança pode não afetar todos os setores.
Carlos Lupi deu entrevista ao programa Bom Dia Ministro.
Diante da onda de demissões provocada pela crise financeira internacional, o governo não descarta a possibilidade de estender o período de pagamento do seguro-desemprego, afirmou o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, nesta quarta-feira (4).














